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30.4.10

Sobre a Adoção de Crianças por Homossexuais

Li no PavaBlog e depois fui ver na íntegra no blog do Reinaldo Azevedo.

Por causa do post procurei algum post anterior dele sobre a adoção de crianças por homossexuais. E encontrei.

Agora comento:

Eu sou crente. Ainda não encontrei uma base bíblica pertinente "o suficiente" (de fato, alguns textos no velho testamento e alguns dizeres nas cartas de Paulo) pra dizer que homossexualismo é pecado. Apesar disso, meu bom-senso (ou minha consciencia, não importa) me diz que é e, com isso, eu me sentiria mal com Deus caso sentisse atração por outros homens. Graças a Deus não acontece.

Apesar disso, não tenho nenhum problema com homossexuais. Já escrevi sobre isso antes. Tenho algo, enfim, contra o homossexualismo em si, como o parágrafo anterior demonstra.

Hoje mesmo vi uma notícia sobre um homem que foi agredido por um gay. Mas no mesmo jornal eu vi sobre um "maniaco" que atacou uma criança numa escola e sobre um estuprador que pegou duas gurias que saíam de uma festa.

Estatística não é fato. Podem haver homossexuais violentos, maníacos, pedófilos, etc, tanto quanto existem heterossexuais, o que não significa que não existam homossexuais coerentes, com vidas equilibradas o suficiente para ter filhos, por exemplo, tanto quanto heterossexuais. Eu sinceramente não conheco nenhum, o que não significa que não existam - eu conheco poucos homossexuais mesmo.

Concordo com o texto do Reinaldo Azevedo sobre o fato de que uma criança ter pais homossexuais não vai implicar que ela vai ser homossexual.

Mas discordo sobre o fato de que alguém 'nasce homossexual', ou não é 'tentado a isso' em determinada formatação social. Considero, sim, um vício de comportamento que pode ser corrigido. Tenho um testemunho sobre o assunto, que escutei no debate sobre a PL122 que houve no Ratinho com o Malafaia (num dos poucos momentos atuais dele falando coisas decentes): se chama Joide Miranda.

Enfim, me crucifiquem, mas eu apoio a adoção de crianças por pais homossexuais equilibrados, apesar de discordar da prática do homossexualismo. Na minha concepção (e na da maioria que, contraditoriamente, considera o homossexualismo como um vício comum, como cigarro, bebida, drogas, sexo e etc e não enxerga esse fato), não é diferente de ter pais fumantes (alguém não considerou que tratar como vício implica nisso?). E isso, lembrando, não implica que o filho será fumante!

É isso que penso. E caso alguém discorde, por favor, queira se manifestar pacificamente =D

Paztejamos

5 comentários:

  1. Jaen,
    Entendo perfeitamente sua posição, apesar de discordar "um pouquinho"...
    Você não acha que o comportamento dos pais podeira interferir no comportamento da criança, já que a mesma está tendo sua personalidade formada?
    E mais, que referência esssa criança teria de "família"?
    Quero deixar bem claro que não sou preconceituoso, só me preocupo com a cabecinha de uma criança para entender a situação.

    Paz.

    Qualque coisa responda. Vamos conversar sobre o assunto e ver o que os outros irmãos acham.

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  2. A paz,

    Você, e todos os que leêm e seguem o seu blog estão sendo convidados a ouvir e participar com seus comentários
    do 2º PODCAST - Retendo o bem com o tema " O DIA D".
    Nos sentiremos honrados em poder contar com sua contribuição neste assunto que é de interesse de todo o povo evangélico.
    Aguardamos sua participação nos comentários.

    Equipe "O pastor"

    Segue o link (copie e cole no navegador):

    http://diariodoppastor.blogspot.com/2010/04/podcast-retendo-o-bem-o-dia-d.html

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  3. Oi "Pastor" (abstrai o artigo porque ficaria muito esquisito dizer "oi O Pastor", além de dar um ar informal bem inconveniente :P).

    Pois é. Essas são questões que as pessoas (principalmente nós crentes) levantamos de imediato quando o assunto é homossexualismo. E não tenho a pretensão (ou a presunção) de responder.

    Mas posso tentar dar algum palpite.

    Por exemplo: eu sou criado pela minha mãe, vó e tio - além de ter um irmão gemeo. Não convivi com meu pai (dele só vi a pensão). Tenho uma perspectiva familiar distorcida da 'ideal'. Mas me considero alguém com bom carater, futuro razoavel e uma boa compreensão de mundo.

    Conheço várias pessoas que foram criadas em lares caóticos mas cresceram boas pessoas. Alguma parte delas são crentes.

    Além disso, sobre o ponto de vista do "vício", tenho amigos que odeiam bebida porque viam o pai chegar em casa bebado, por exemplo. Mas também tenho amigos que começaram a fumar a exemplo dos pais.

    Mas a consideração final é de que por mais que seja um ambiente familiar "diferente", não me parece nada de errado quando ele é equilibrado - e me deixe tentar definiar o que é 'equilibrado'.

    Equilibrado é algo mais ou menos como o ambiente familiar que a maioria das pessoas tem. Com fazer 3 refeições diárias, pelo menos uma delas com o resto da familia; ter possibilidade de discordar e mesmo assim continuar sendo amigo; essas coisas.

    Não apoiaria nenhum "casal" (posso chamar assim?) que fizesse sexo na frente de uma crianca, por exemplo (apesar de pais heterossexuais de familias pobres fazerem - tendo em vista ter berços no mesmo quarto que o casal dorme :S - coisa que eu acho bizarra demais).

    Enfim. Eu não sou um defensor dos homossexuais e minha consciencia continua a me dizer que isso é ruim. Mas eu não consigo ver nenhum mal imediato nesse tipo de adoção.

    -----------
    quanto ao podcast: vou ouvir. Outra vez ouvi o anterior atrasado - as provas tavam pegando. Agora to mais tranquilo com os estudos mas to vendo outras coisas também. Da de notar bem isso com a demora na resposta desse post xD

    Paztejamos

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  4. É isso ai Jaen.
    Pelo lado abordado eu concordo.
    Existem muitos pais "heteros" que tambem nao dao aos filhos o exemplo que deveriam dar.
    E a questao do cuidado como alimentacao, etc... tambem existem pais que não são heteros e dao um banho nesse quesito.
    A única coisa que me preocupa é o tipo de educação que essa criança receberá dos pais, ou o tipo de amizade que os pais tem e que conviverao com essa criança; se bem que é outra verdade que nem todo filho de viciado é viciado, e nem todo filho de ladrao é ladrao.
    A ciencia diz que a personalidade e o carater de uma criança é formado até seus 4 aninhos, depois disso, ela já segue (impressionantemente) seu "próprio" caminho. E aí? O que esta criança receberá até seus 4 anos?
    Entendo que existam excessoes. Existem casais gays que se preocupam com toda essa parte e tentam passar para a crianca o melhor bom exemplo para isso, mas outros nao se importariam muito, pois para eles o que eles praticam é "natural".
    Creio que para um casal gay criar uma criança é um super desafio. Que se encarado com seriedade será bem sucedido.
    Outra questao é que as maes sao praticamente "treinadas" a vida toda para serem familia e os pais, de certa forma tambem.
    Um casal gay não se preparou para isso, não é a cultura deles.
    Enfim, o que pensas?
    PAZ.

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  5. Eu acho que o segredo dessa história é não generalisar. Pessoas são dependentes e independentes de suas criações. Algumas coisas agente assimila do pai como positivas, outras coisas como negativas. No fim da história eu digo "com X eu concordo com meu pai, mas com Y eu discordo".

    Sei la, limitar o carater da pessoa a influencia dos 4 primeiros anos é uma coisa dificil de fazer na minha cabeca. Eu queria saber que métodos usaram pra fazer esse estudo (grande parte dos estudos, estatisticas e probabilidades cientificas são questionáveis ou controversas).

    Enfim. Pra mim cada caso é um caso. Mas com pessoas razoaveis em aspectos financeiros e psicologicos, apesar de sua opção sexual (odeio essa expressão, minha conciencia diz que não existe "opçao sexual", homem é homem e mulher é mulher e o que se faz de contrário a isso é uma incoerencia), acho que podemos permitir sim um filho.

    Paztejamos =D

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