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28.11.10

keep real, man

Eu não vou conseguir. São duas semanas pra aprender o conteúdo de um semestre. Duas recuperações, e ainda tem as provas das cadeiras normais, isso sem falar nas apresentações da cantata de Natal.

Se fossem só as apresentações beleza, mas são os cultos, os ensaios, as cooperações. Ainda tem um batismo, ensaios aqui e lá!

Além disso ainda tem a bolsa: ler em inglês não é algo que eu faça normalmente, principalmente com linguagem tecnica sobre um assunto que eu nem cheguei a ver em cadeira nenhuma :X E pra piorar ainda tem que fazer um seminário e apresentar.

Tem ainda os trabalhos, os relatórios. Merda! deixei tudo pra última hora! e agora quem poderá me defender?!

Não estou reclamando dos compromissos. Se pudesse, assumiria o dobro deles. Também não é questão de não ter capacidade ou ser impossível: se tivesse me organizado melhor e sido menos vagabundo, sairia dessa com louvor e notas dignas de As. Mas nem tudo são rosas e, como eu passo mais tempo lendo blogs, notícias, coisas inúteis, tocando flauta ou namorando, não me presto a estudar quando precisa e fazer o que é necessário.

Rodar não vai me tornar menos vagabundo, nem a bolsa, nem o tempo. O que pode me fazer menos vagabundo é vergonha na cara, coisa que definitivamente eu não aprendi a ter.

Todos os semestres esse tormento é o mesmo, coisa que me faz sentir péssimo! Chego a dizer "semestre que vem vai ser diferente, vou me puxar, vou tirar A em tudo". Mas é só conversa fiada, eu sou o primeiro a desacreditar desse tipo de comentário. Talvez alguém que não me conhecesse me comprasse, mas os de casa sabem que eu não sou assim e talvez nunca seja. Espero não deixar esse estigma pras gerações futuras.

Quando o tempo aperta apelo pra Deus. Meu irmão diria "muito conveniente né?", mas é o que eu sei fazer. Acredito nEle e acredito que Ele tem todo o poder. Mas acho que ele mesmo deve considerar injusto me ajudar nas minhas condições. Se nem eu mesmo me ajudei, quanto mais alguém alheio. Ele sabe que seria mais justo eu rodar pra aprender... mas, será que eu aprenderia?

Meu primo aprendeu, outros amigos também. Mas eu nunca me imaginei nessa situação porque estudar pra mim sempre foi brincadeira. Na escola estudar é piada e sempre há tempo bastante pra ficar no computador/internet/videogame. Na universidade o caldo engrossa e se eu quiser chegar no fim vou ter que me debruçar numa mesa sobre os livros e ler/fazer exercícios/assumir a condição de aluno.

Mas como é dificil fazer isso. Principalmente se tem um computador na nossa frente. Acabamos no Não Intendo, Tolices do Orkut, Ryotiras, e por aí a fora. Sem contar as voltas no orkut, comentários em foruns, fotos, felicitações de aniversário e qualquer coisa mais divertida que o livro. Quando vemos já se foram as horas e o livro ficou ali, entre os braços, mas esquecido pela mente que viaja pela internet.

Msn então nem se fala. A tentação de conversar com a namorada ou com o seleto grupo de amigos pra todas as horas é digna de rendição. Estudar de madrugada as vezes ajuda... as vezes.

Mas vamos falar sério, keep real, eu não vou conseguir! É pouquissimo tempo, muitas atividades. I'm suffering! Meu esforço é em vão e eu sei disso. Deveria seguir o conselho do professor do cursinho - no meu tempo de cursinho - e admitir que vou rodar, ir mais cedo pra praia, sei lá. Mas por algum motivo estou aqui ainda. E num daqueles devaneios internetisticos, caio no blog a escrever baboseiras segundo minha baixa autoestima em relação a isso.

Durante, sei la, 6 horas que eu tenho para parar na frente de um livro estudando, 4 se esvaem pelo vão dos dedos, enquanto digitam compulsóriamente aleatóriedades na internet. E o pior, não é lazer, é escravidão.

Eu tenho muitos interesses de lazer, coisas que quero fazer e não consigo. Esses sim, os lazeres, era o que eu queria estar fazendo enquanto não estou estudando. Mas não consigo tempo pra eles também! Uma boa conversa com uma amiga com quem não falo há tempos se tornou algo improvável nos últimos tempos.

AAAAh! Eu quero que se passem os dias, que cheguem as provas, trabalhos e afins e que o Natal venha. E com ele virão as festas, as alegrias, e por mais que eu rode, estarei lá ano que vem, sentado na mesma maldita classe, me deparando com os malditos livros, e ano que vem sim, vou estudar religiosamente como quem ora voltado pra Meca todos os dias durante um horário determinado, e terei meus azes pra mostrar pra minha mãe, com que me orgulhar e se orgulharem de mim.

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Ou não.

Paztejamos, se for possível.

26.11.10

O que é um poeta?

O que é um poeta? Um poeta é um ser infeliz cujo coração está partido por sofrimentos secretos, mas cujos lábios foram tão estranhamente formados que, quando um suspiro ou um lamento escapa deles, soam como uma bela música

Soren Kierkegaard

25.11.10

Disney Templates Fail!

O Dom me mostrou isso no meu intervalo enquanto eu voltava da cozinha. Sinceramente, pra ter tanto sucesso, parece q não tem cabimento um negócio desses xD

O vídeo:


Deve ser meio olde, mas mesmo assim, muito bom :P

Paztejamos

24.11.10

Olhe para Jesus

"Meu caro, não olhe para os outros. Olhe para Jesus."

Quando tenho o desprazer de ouvir esssa frase (Graças a Deus não a ouço tanto como antes), tenho a sensação de estar diante da desconstrução da idéia de Igreja.

A pessoa que pronuncia estas palavras, que tem o propósito (isso, só "propósito" mesmo; quem lê que entenda) de encobrir as falhas do sistema, parece estar dizendo inconcientemente: "meu caro, isto aqui não é uma Igreja, na concepção bíblica do termo; Ou tu pensas que Cristo está em nós, e se manifesta em nós? Pare de sonhar camarada: isto aqui não é Reino dos Céus. Nós somos, sim, uma instituição, destinada a crescer e a se multiplicar(e o que tu fazes aí parado? Vá trabalhar!), nada mais. Cristo está fora de nós. Ele é o presidente ausente da corporação, não 'cabeça' de um 'corpo'!"

De certa forma, devo dar-lhe algum tipo de razão: de certo, uma instituição ser um Corpo, uma comunidade, deve ser pura utopia mesmo.

A instituição é fundada em torno de certos príncipios, e por eles funcionará. Cristo seria mais ou menos para a igreja-instituição como o princípio fundante, e para por aí. Ele, mover-se pelos membros? Cada membro um seguidor de Jesus Cristo? Isso é tudo sacanagem. Pare de olhar para os outros, e olhe para Jesus.

21.11.10

Pecado, Santidade e Liberdade

[Esse post tem como grande influencia coisas acontecidas comigo ontem e dialogos com alguns amigos (principalmente o Duilio), mas não se limita a isso.]

Segundo o Duilio, que estuda Teologia, uma das partes centrais da religião é aprender a lidar com a culpa. Por isso, talvez, os ateus consideram as pessoas religiosas "fracas", por precisarem "pedir desculpas" a alguém.

Não tinha olhado por esse enfoque ainda. Na verdade, quando esse comentário do Duilio surgiu eu vinha dizendo que, por estar meio afastado do sistema eclesiastico (não estou indo muito a igreja ultimamente, só quando precisa cooperar... até tenho que estudar e etc, mas é principalmente porque não sinto vontade. Só estou participando de coisas que gosto e que são uteis, como a aula de música e ensaios em geral. Enfim, coisas que eu considero que "constroem"), estava aprendendo a viver sem culpa.

Eu vinha comentando que por não ir a igreja tanto, não estava 'envolvido' naquele 'ambiente' cristão em que as pessoas oram, leem a Bíblia e falam "benção", "paz do Senhor" e "amém". Por causa disso não estava lendo muito a Bíblia e não tinha um horário definido pra orar (por relaxume mesmo, o que é ruim). Mas, como esse ambiente define muito bem coisas que devem e não devem ser feitas, sob a pena de ser (ou no mínimo se sentir) 'culpado', estava ficando desacostumado com a culpa: mais livre pra fazer, pensar e agir conforme minha própria cabeça, sem a influencia subjetiva do "não eclesiastico" de sempre.

Mais tarde em outro dialogo, influenciado por coisas que não convém dizer aqui, estávamos falando sobre santidade e de como a igreja tem distorcido a idéia de ser "livre com Jesus".

As vezes escutamos discursos na igreja que nos sugerem que "não nos entregamos o suficiente pra Deus" e que nos dizem que "não sentimos tanto o 'agir do Espírito' em nós por nosso desleixo espiritual".

Como já fiz em um email que mandei pra minha mãe e que ela reenviou para uma lista de amigos dela (o que me colocou em algumas situações 'inusitadas' - cito-o aqui porque ele ficou meio 'publico'), reafirmo a minha opinião de que o "agir do Espírito não se limita ao nosso emocionalismo".

Mas sobre a santidade, queria deixar a minha opinião:

a)O que define a santidade? Existem graus de santidade? Existem pessoas mais 'espirituais' que outras?

- Se a santidade é definida por nossas atitudes, como orar tantas horas por dia ou ler tantos capítulos por dia da Bíblia, nossa santidade é definida por nossas obras e se assemelha a lei. Se é assim, o 'grau de santidade de alguém' é definido com 'o quanto mais próximo da lei alguém pode chegar'. Ou seja, quanto menos pecamos, mais nos aproximamos da lei.

Precisamos então decidir se o que nos afasta do cumprimento da lei é a frequencia dos nossos pecados ou se existe ainda um parâmetro que define a "classe" (ou tamanho) do nosso pecado - como alguns dizem "pecadinho ou pecadão".

Eu gosto de Romanos 7 pra falar do assunto. A lógica de Paulo é bem simples: se não fosse a lei não saberia o que era pecado; vindo a lei, descobri. Mas tento tento tento cumprir a lei e não dá... tem que haver outro jeito... Óbvio, Jesus! =D

Por mais que esse comentário pareça desnecessário, visto que qualquer um para quem eu perguntar na igreja vai me dizer 'religiosamente' que "a lei mata" e que "só Jesus salva", esse mesmo um possivelmente viva no tormento (as vezes personificado) de "eu não oro suficiente", "eu não leio a Bíblia o suficiente", "eu peco assim assim assado" ou "eu não faço isso ou aquilo que deveria fazer".

[exemplo disso é que há algum tempinho atrás os jovens da minha igreja foram obrigados a cancelar o futebol semanal, que juntava jovens de diferentes congregações e que poderia ser 'catalisado' para algum bom ideal - como, sei lá, usar esse interesse por futebol para ensinar esporte para crianças carentes: usando a idéia de que criança que joga bola não vai pro crack -, porque foram confrontados com a lógica "oração primeiro, diversão depois"... como se os dois não pudessem ser conciliados.]

ESSE TEXTO NÃO SE RESUME AO ÚLTIMO PARÁGRAFO!! (essas letras garrafais em cores vibrantes são necessárias pra evitar que interpretem meu post de maneira fechada, como fizeram em outro post)

Essa lista de "designios atormentadores" é o que a religião faz e o que eu, como disse no começo do texto, estou conseguindo gradativamente me libertar.

Chegamos enfim a conclusão de que precisamos nos livrar desses conceitos de "graus de santidade" e "santidade de X > santidade de Y". Os santos são os crentes, os que creem em Jesus e o aceitam como Senhor e Salvador. Essa é uma conclusão importante, porque as vezes temos o pastor, ou o lider da mocidade, ou o obreiro A ou B, uma pessoa mais santa que agente, com uma espiritualidade desenvolvida, que é necessário estudar a Bíblia e orar muito tempo para alcancar aquele nível, mas que na verdade são gente como agente, com seus conflitos, desconfianças e erros.

Concluindo com um comentário que pode deixar muito crente encomodado comigo: ficar orando 8 horas por dia de joelhos pode ser PERDA DE TEMPO! Como eu vi um bom comentário de ateu outro dia, não existe nada mais construtivo no mundo que parar de ficar ajoelhado pedindo pra Deus fazer X ou Y e ir lutar de verdade por isso. É fato que algumas coisas não estão dentro do nosso controle, mas se abster das coisas que estão sob nosso controle é burrice.

Paztejamos

15.11.10

Vale a Pena: Pedido Anual de Financiamento para a Wikipédia

Um apelo do fundador da Wikipédia Jimmy Wales.

14.11.10

Jogo da Semana: BoxHead: Zombie Wars

[Ah, fim de semana passado não postei por causa das provas =D]



Eis um jogo que eu realmente gosto. BoxHead Zombie Wars é o melhor jogo da franquia BoxHead (na minha humilde opinião). Muitas armas, sangue, destruição, zumbis e demônios para destruir, com diversas armas diferentes que vão abrindo conforme o desenvolvimento do jogo.

Clique aqui para jogar: http://www.crazymonkeygames.com/Boxhead-The-Zombie-Wars.html

Paztejamos

12.11.10

Cidadania e o Texto de André Silveira

André Silveira é um jurista e escritor no jornal Folha Guaibense, um dos três jornais que circulam na nossa querida cidade de Guaíba. Conversei a primeira vez com ele quando pedi ajuda para fazer "alarde" dos meus olhos grandes na câmara dos vereadores. Na ocasião entrei no blog dele: transcendenciajuridica.blogspot.com. Outro dia fui surpreendido com o comentario dele num post falando que seu texto na Folha dessa semana era sobre política.

Como não estou lendo os jornais de Guaíba ultimamente por estar morando em Porto Alegre, nunca ia saber sobre o assunto atual da coluna dele se ele não me avisasse. Mas como ele disse, prontamente comprei o jornal para dar uma olhada.

Aqui fica meus comentários, que não são só comentários sobre a coluna, mas comentários sobre o assunto em geral, que podem ser [os comentários] inclusive mais abrangentes.

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Quando agente visita uma cidade turística [Gramado, por exemplo] não vê ninguém botar lixo nas ruas. Quando alguém vai a Europa é a mesma coisa. Quando alguém visita um lugar limpo, bonito, agradável, sente vontade de preservar, cuidar, fazer com que permaneça nesse estado de limpeza e paz.

Esses mesmos alguéns, quando saem de Gramado e voltam para suas cidades natais [Porto Alegre, por exemplo], largam bitucas de cigarro e papel de bala no chão, mesmo estando com a lixeira do lado. Gente pouco instruída, que faz desordem onde todos fazem desordem, mas que se sente intimada a contribuir para a ordem de um lugar de ordem por perceber que todos contribuem.

Meu irmão, num post há algum tempinho no blog dele, comentou sobre um cara que soltou com naturalidade um papel de bala no chão. Nesse mesmo post ele fala de um caso que eu presenciei de uma mulher que, estando ao lado da lixeira pública, não foi capaz de colocar o cigarro na lixeira, largando-o no chão.

Outro exemplo desse tipo de comportamento 'bipolar' de um mesmo grupo de pessoas: aqui em Guaíba temos a rodoviária na beira. A rodoviária é talvez o lugar mais vergonhoso que existe no centro da cidade. Um prédio velho, caindo aos pedaços, fedendo a mijo, recantado (e não requintado) ao lado dos camelôs (que talvez seja o segundo lugar mais vergonhoso do centro da cidade), isolado e abandonado. Como é de se esperar, na rodoviária pega-se ônibus e viaja-se principalmente pra Porto Alegre, Barra do Ribeiro e Sertão Santana.

Contrastante com isso existe o terminal do Fátima: um terminal de ônibus bonito, bem cuidado, moderno, que tem até aquelas geladeiras da Coca-Cola em que tu põe umas moedas e tira uma latinha (alguém sabe o nome daquilo?). Os mesmos vândalos que deterioraram a rodoviaria (e deterioram hoje: não duvido que aquele lugar imundo, podre e escuro sirva de refúgio para usuários de drogas e afins) são os "cidadãos" que, conhecendo o terminal do Fátima, não o destroem, mas deixam-no intacto, como que com uma áura anti-marginais.

Mas, por que alguém destroi isso e deixa aquilo intacto? Qual a relação entre o vandalizado daqui e o bem cuidado de lá?

Ao que me parece (e isso é uma tese, uma teoria), as pessoas são sugestionadas a destruir aquilo com que não se identificam. É a história classica dos dois significados do "público": pode ser "de todo mundo" ou pode ser "de ninguém". Se é "de todo mundo" significa que é meu, e como eu gosto das minhas coisas, não destruo. Se é "de ninguém" significa que 'to cagando pra essa bosta' e posso quebrar tudo.

Gramado é uma cidade turistica e ninguém quer que deixe de ser. Quando as pessoas vão lá, admiram o ambiente e 'se identificam com ele'. Portanto não destroem. Mas, o que dizer de Guaíba? Aaah, 'grandes coisa, não tem nem Mc Donald's', já ouvi gente dizer ¬¬

Por esse tipo de comportamento que eu sou a favor da volta de uma disciplina que os militares fizeram o favor de colocar em nossos curriculos escolares: educação moral e cívica. Sou a favor também de que nossos alunos cantem o Hino Nacional no início de cada aula, estudem em tempo integral e, caso não cumpram esse período, sejam detidos por 'vadiagem'.

Tá, alguém vai dizer "utopia!". Discordo. A única dificuldade é a de se ter escolas em turno integral. Tirando isso, o resto é facil de implantar =D

Só com patriotas, ou seja, pessoas identificadas com o ambiente, a cidade, o estado e o país, teremos um futuro descente. Podemos ter patriotas mal instruídos, mas, como patriotas, não deixarão de ao menos tentar fazer o melhor na hora de escolher os políticos, na hora de participar de alguma atividade social em favor ao próximo, na hora de lutar pela utopia de suas mentes.

A minha utopia é essa. Que todos tenham oportunidades semelhantes e estejam interessados no futuro do próximo. É o mínimo que eu posso esperar dos meus políticos.

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 Especificamente sobre o texto do André:

Concordo contigo no ponto central. Político que é político tem que fazer valer a Constituição. Não só fazer valer letra por letra, como alguns fazem, aproveitando as 'lacunas' para se beneficiarem; mas pegando o sentido real das leis e aplicando-as para o bem do Povo [foco principal].

Cara, como diz o gaucho, 'não podemos se entregar pros homens'; não desmerece teu poder de transformação que tu tens nas mãos como colunista de um dos únicos jornais da cidade. Tua investida é mais forte que a de qualquer outro guaibense pois o que tu fala ecoa nas páginas para todo mundo ler. É mais do que eu ou qualquer outro pode fazer para lutar contra o poder dos encastelados.

Quanto o guaibense pode ganhar se houver um poder de mobilização em favor da barca, por exemplo, ou de um meio de transporte mais eficiente que os "maravilhosos" ônibus da Guaíba. E isso é só um exemplo.

Mostra a cara, vai a luta, mete bronca, que tua voz vai longe e com certeza pode ser ouvida pelos leitores da Folha.

Enfim, eu queria de novo, mostrar o vídeo sobre o sistema da Suécia, onde os políticos ficam em condições mais "equiparadas" às dos cidadãos comuns. Clique "aqui" para ver. Queria ver se algum vereador de Guaíba se dispõe a trabalhar nessas condições (que não são nada surreais).

Paztejamos
e eu vou dormir que já é uma da manhã

O Minuto do Elevador

[Ah como é bom ter um tempo vago novamente e, sem culpa, poder postar nesse meu amado blog =D]

Como é sabido pelos meus leitores assíduos (te amo mãe =D), moro em Porto Alegre durante a semana para estudar [apesar de que acho que ano que vem isso deve mudar]. Moro em um dos poucos prédios do centro de Porto que tem mais que 20 andares e, como não gostaria que não fosse, moro no 24o andar.

Existe dois inconvenientes para isso. O primeiro é uma possibilidade improvável que, durante todo o tempo em que moro lá, nunca aconteceu, mas que vale a pena ressaltar: caso falte luz, terei que descer 24 lances de escada. O segundo é que preciso me programar pra descer alguns minutos antes do horário estimado para minha chegada a rua, já que demoro no mínimo um minuto (cravado, marcado no relógio) para descer [isso se não houverem moradores que 'atacam' o elevador durante a minha descida].

O minuto que passo no elevador deveria ser, para a grande maioria das gentes, um minuto inútil, um momento de inflexão, uma oportunidade de apertar espinhas, arrumar o cabelo, ver se a barba está bem feita, arrumar a postura, ver as horas, conversar com o próximo, contar as moedas, tirar tatu do nariz, etc.

Mas para mim esse minuto tem-se feito muitíssimo interessante. Minhas práticas diárias, que não encontraria tempo pra fazer (por não haverem necessidade ou força de vontade suficiente) estão cada vez mais concentradas nesse minuto.

Pense comigo querido leitor: em um minuto pode-se fazer um belo de um alongamento ou praticar a respiração, ou até exercitar os musculos dos lábios (caso o estimado toque algum instrumento de sopro como eu). E não é apenas UM minuto, são pelo menos quatro diários, tendo em vista que eu preciso sair de casa em média duas vezes ao dia.

Nos últimos dias estou me alongando. O porteiro, que tem acesso as câmeras do elevador, deve ficar se perguntando "que que esse cara ta fazendo?!", mas não importa, o que importa é que eu faça o que me propus.

E tem uma vantagem muito especial nesse minuto. Não há possibilidade de perdê-lo em outra atividade. Não existe a chance análoga ao que acontece quando preciso estudar em frente ao computador e acabo cedendo a tentação de acessar sites de cultura inútil (globo.com :P), coisa que me faz perder o tempo previsto ao estudo, coisa que me é muito desagradável.

A única e infeliz possibilidade arrasadora é se vai mais alguém comigo no elevador. Essa chance é relativamente remota, tendo em vista que na maioria das minhas saídas, saio sozinho, e como moro no último andar, as probabilidade de que alguém vá comigo do começo ao fim da viagem é pequena. Mas mesmo assim, meu minuto pode ser reduzido a 30, 15, 10 segundos! Um acontecimento muito maldito. Caso isso aconteça só me resta me render a prática comum de tempo perdido, esperando o tempo passar, olhando o relógio, a data, a furreca do nariz, ou puxando assunto mesmo.

Enfim, espero que meu texto estimule àlguém além de mim a aproveitar com todo o rigor o minuto divino do elevador.

Paztejamos (em estilo culto hoje :P)

11.11.10

Para os leitores de mangá

Um camarada, Marcelo Santarém, está fazendo uma pesquisa sobre o consumo de mangás no Brasil. A pesquisa é de caráter informal, ou seja, não está ligada a nenhuma editora. Acho muito válido esse esforço, pois seria proveitoso traçar o perfil do consumidor de mangás brasileiro.

Para participar da pesquisa, clique aqui.

Divulgue! Quanto mais gente, melhor.

Isso é tudo xD

5.11.10

Pastor Africano Diz que Jesus Tinha Aids

Pastor diz que Jesus tinha Aids

“Hoje vou começar um sermão em três partes com o tema ‘Jesus era HIV positivo’”, disse recentemente o pastor sul-africano Xola Skosana, em um culto dominical. Essas palavras inicialmente surpreenderam sua congregação no bairro Khayelitsha, na Cidade do Cabo, deixando todos em silêncio. Depois, geraram todo tipo de comentário nas igrejas do país. Alguns cristãos ficaram ofendidos, afirmando que o pastor retratou Jesus como alguém sexualmente promíscuo.
O vírus HIV é transmitido principalmente através de relações sexuais, mas também pode se propagar através de agulhas compartilhadas, sangue contaminado, gravidez e amamentação. No entanto, como disse o pastor Skosana (foto) aos que estavam reunidos no modesto salão da escola Luhlaza usado para os cultos semanais, em muitas partes da Bíblia Jesus se colocou no lugar dos miseráveis, dos doentes e dos marginalizados.
“Sempre que você abre as escrituras, vê Jesus se colocando na pele de pessoas que experimentam quebrantamento. O texto de Isaías 53, por exemplo, pinta claramente um retrato de Jesus tomando sobre si as enfermidades e os males da humanidade”, disse ele à BBC. Skosana também é rápido em salientar que está usando essa metáfora para destacar o perigo da pandemia do HIV/Aids, que ainda carrega um estigma em favelas da África do Sul.
“Claro, não há nenhuma evidência científica de que Jesus tinha o vírus HIV em sua corrente sanguínea“, diz o pastor, cujo ministério não-denominacional Hope for Life [Esperança para a Vida] é parte de um crescente movimento carismático na África do Sul.
“O melhor presente que podemos dar às pessoas que são HIV positivas é ajudar a fazer AIDS deixar de ser estigmatizada e criar um ambiente onde elas sabem que Deus não está contra elas, que não se envergonha delas.”
Zombando de Cristo
No entanto, o pastor Mike Bele, que dirige a Igreja Batista Nomzamo no bairro vizinho de Gugulethu, disse que a maioria do clero em Khayelitsha e em outros bairros da Cidade do Cabo se opõem fortemente a essa associação de Jesus com o HIV.
“A ilustração que apregoa Jesus ser HIV positivo é grave“, diz ele. ”Acredito que nenhum líder ungido e com bom entendimento das escrituras e o papel de Cristo em nossas vidas, iria deliberadamente arrastar o nome de Cristo na lama.”
Para o pastor Bele, retratar Jesus dessa forma faz com ele se torne parte do problema, não da solução. ”O pastor precisa explicar o que aconteceu para trazer Cristo ao nosso nível, pois Cristo é supremo e é Deus”, diz ele. ”Há uma preocupação de que os não-crentes zombem de Jesus e tentem reduzir sua importância, colocando-o em oposição à força poderosa que acreditamos que seja.”
O pastor Skosana, que está no ministério há 24 anos e perdeu duas irmãs para a Aids, argumenta que os líderes religiosos têm um papel muito maior no combate à propagação da pandemia na África do Sul. Afinal, cerca de 5,7 milhões de pessoas vivem com o vírus – mais do que em qualquer outro país.
Ele concluiu a última parte de seu sermão de três semanas fazendo o teste de HIV em frente à congregação. Depois, 100 fiéis seguiram o seu exemplo.
“A mensagem à igreja é que não é suficiente dar comida às pessoas contaminadas, devemos criar um ambiente que as fortaleça, porque a maioria das pessoas HIV positivas não morrerá necessariamente de doenças relacionada à Aids, mas por estar de coração partido, rejeitadoa”, disse.
Medo e ignorância
Em meio à polêmica, o reverendo Siyabulela Gidi, diretor do Conselho Sul-Africano de Igrejas, saiu em apoio ao pastor Skosana, dizendo que seu ponto de vista está teologicamente correto.
“O que pastor Skosana está dizendo é que Cristo, se viesse ao mundo nos dias de hoje, estaria ao lado das pessoas que são HIV positivas – pessoas que estão sendo deixadas de lado pela própria igreja que agora o ataca”, afirma o sacerdote anglicano. ”Felizmente o pastor Skosana gerou diálogo sobre o assunto no país e no mundo, é para isso que a teologia existe.”
Fora dos círculos religiosos, o pastor Skosana também recebeu apoio de ativistas do combate à Aids. “O sermão do pastor tira o estigma de que HIV é um pecado e um castigo de Deus”, diz Vuyiseka Dubula, secretário-geral do poderoso grupo de combate à Aids Treatment Action Campaign.
“Associar Jesus com o HIV é algo forte, principalmente para aqueles que vão à igreja Agora as pessoas estão começando a pensar:. ‘Se Jesus podia ser HIV positivo, quem sou eu para não tê-lo, mesmo se frequento a igreja?’”
Professor de direito marítimo e ambiental na Universidade da Cidade do Cabo e HIV positivo há 25 anos, Jan Glazeski escreveu uma carta para o jornal Cape Times, onde identificou-se com a ideia de que Deus estava do lado dos pobres e marginalizados. ”A metáfora do pastor dá força a todos nós”, disse ele. “Ao ligar Jesus ao HIV, sua mensagem provocou protestos e expressões de raiva. Isso acontece por causa do medo e da ignorância.”
É essa luta contra o medo e a ignorância que o pastor Skosana está determinado a continuar. “Quanto mais falamos sobre isso em nossos púlpitos e mais pedirmos às pessoas para fazer o teste voluntariamente na igreja, melhor. Uma das coisas mais efetivas que atualmente podemos fazer como igreja é dizer que Jesus foi e é HIV positivo.”
Fonte: BBC / Gospel+
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Achei no blog do Hermes Fernandes.

Posso dizer? adorei a idéia. No começo achei muito bizarro, mas depois que entendi a "visão" do pastor achei muito boa.
Paztejamos =D

4.11.10

Amigo Nerd pra Estudar

Procurando sobre probabilidade enquanto estudo antes da prova achei esse site:

http://www.amigonerd.com/

Muito bom pra vestibulando.

Fikdik xD

De noite eu volto pra dizer como fui em Prob :P

Paztejamos

1.11.10

Criação em Sete Dias ou Milhões de Anos

Criação em sete dias ou milhões de anos?

Considero-me criacionista porque creio que Deus criou tudo o que existe. Mas que diferença faz se Ele criou a Terra em sete dias de 24 horas ou ao longo de milhões de anos? Em ambos os casos, Deus é o Criador.

Atualmente, muitos cristãos acham que não é necessário acreditar que a Criação ocorreu em seis dias de 24 horas há menos de 10 mil anos. Segundo eles, essa crença não faz qualquer diferença nas doutrinas bíblicas, em nossa salvação ou na vida prática. Tenho a convicção de que nossa crença sobre as origens é fundamental para as doutrinas bíblicas e nossa vida prática. E aí está incluída principalmente nossa salvação. Vejamos algumas razões para essa convicção:

1. O caráter de Deus. Em primeiro lugar, essa questão tem a ver com o caráter do Deus que adoramos. Algum tempo atrás, uma amiga me disse que pensava que “severo” e “carrancudo” são características de Deus. Eu lhe respondi: “Eu nunca adorei um Deus assim. Apesar de ser um Deus de justiça e misericórdia, Ele nunca é severo ou carrancudo.” E poderia ter acrescentado: “Ele nunca é cruel.” Que tipo de Deus teria criado a vida por meio da morte e extinções ao longo de milhões de anos? Certamente, não o Deus que percebe quando uma ave cai no chão!

Romanos 5:12 afirma que a morte entrou no mundo por causa do pecado. A entrada do pecado no planeta Terra é descrita em Gênesis 3, quando Adão e Eva desobedeceram a Deus e sofreram a consequência: a morte. Mas, em vez de aceitar o claro ensino bíblico de que a morte é um resultado do pecado, alguns cristãos apresentam a morte como o próprio meio que Deus usou para criar! Com isso, parece que Satanás, cujo maior objetivo é distorcer o caráter de Deus, conseguiu levar pessoas a crer em dois enganos: (1) Deus cria por meio de sofrimento, violência, catástrofe e morte; e (2) a morte não é o resultado do pecado, mas o meio para que ocorra o progresso das criaturas.

Pensemos sobre o caráter de Deus em termos de “evolução criativa”. Suponha que Deus realmente tenha criado ao longo de milhões de anos. Em que momento do processo surgiu a consciência moral? Quando a humanidade se tornou moralmente responsável? Em que ocasião na história primitiva Deus mostrou aos seres humanos que Ele é um Deus que cuida e em quem se pode confiar? Mesmo se pudéssemos estabelecer um momento na história em que Deus comunicou Seu amor a mentes que poderiam raciocinar, por que demorou tanto tempo? O caráter de Deus é severamente atacado por teorias de que Ele usou milhões de anos para criar.

2. A salvação. Se a humanidade tem evoluído durante milhões de anos e está sempre evoluindo, por que precisamos de um Salvador? Não haveria qualquer necessidade de uma morte em nosso lugar, ensino apresentado em Gênesis 3:15, desenvolvido ao longo do Antigo Testamento e se cumprindo na morte de Cristo na cruz. Se não é o pecado que traz a morte (Rm 6:23), então não precisamos de um Salvador que remova a morte que recebemos como consequência do pecado.

Se rejeitarmos o ensino bíblico sobre a origem da vida e do pecado, então a morte de Jesus seria apenas uma influência moral, um exemplo de amor (nem mesmo uma revelação do amor de Deus), em vez de ser “o salário do pecado” (Rm 6:23). A morte de Cristo é uma transação divina; ou seja, é uma reconciliação realizada por Alguém fora da história humana que nos salva, e não apenas a influência daquela morte.

3. O sábado. A próxima razão é a santidade do sábado (Gn 2:2, 3; Êx 20:8-11; Mc 2:27). Se o sábado não foi o sétimo dia de uma semana literal da Criação, qual é a razão para nos lembrarmos do aniversário da Criação? Se a semana da Criação não foi literal, o dia específico que guardamos como tempo sagrado se torna totalmente irrelevante.

4. A presença e atuação de Deus. Outro aspecto é a maneira como Deus atua em nosso mundo. Se Deus não pode falar e, imediatamente, tudo ocorrer (Sl 33:9), por que eu deveria crer em qualquer outra coisa que Ele afirma ter feito ou que fará? Posso crer no ensino bíblico sobre o juízo final? Se o processo de criação realizado por Deus é descartado, apesar de ser confirmado por João e Paulo (Jo 1:1-3, 10; 1Tm 2:13), existe razão para questionar também o nascimento virginal de Cristo, Sua morte na cruz e a ressurreição literal.

5. A volta de Jesus. Na Bíblia, os eventos históricos da criação, do dilúvio global e da segunda vinda de Jesus estão intimamente ligados (Mt 24:37-39; 2Pe 3:3-5). No modelo evolucionista, tudo está em processo de desenvolvimento. Segundo alguns modelos evolucionistas, Deus está dentro de todos os seres vivos e precisamos apenas encontrar o deus que vive em nós.

Que necessidade existe de se preparar para o retorno de alguém que não é distinto das criaturas? Além disso, se a vida está se desenvolvendo, por que não simplesmente aguardar esse processo? Por que antecipar o Céu? (De fato, muitos cristãos já abandonaram a ideia de que Deus intervirá na história humana e preocupam-se apenas com esforços humanísticos para melhorar a sociedade.)

6. O casamento. Casamento! Se Deus não criou o primeiro homem e a primeira mulher, se Ele não os abençoou como cônjuges e pais (Gn 1:28), quem pode dizer o que é o matrimônio? O casamento se tornaria qualquer coisa que for declarada pela sociedade atual. Ele não teria sido originado por Deus nem fora estabelecido como modelo de relacionamentos (Mt 19:4, 5).

7. A mensagem de Deus para o tempo do fim. Outro motivo está relacionado com a mensagem de Deus para o tempo do fim (Ap 14:6-12). Apocalipse 14:7 apresenta a razão para adorarmos a Deus: Ele é o Criador dos Céus e da Terra, do mar e das fontes das águas. Observe os paralelos entre a linguagem do texto e a linguagem do quarto mandamento da lei de Deus (Êx 20:11). Em uma época em que o mundo rejeita a Deus como Criador, Apocalipse 14 mostra que a mensagem do juízo, a criação e o sábado estão profundamente ligados e são ensinos fundamentais para o tempo do fim.

8. A Palavra de Deus. Penso que a grande questão seja esta: a Bíblia é a Palavra de Deus e possui autoridade, ou é apenas um poema mítico e metafórico? Gênesis capítulos 1 e 2; Êxodo 20:8-11; Salmo 19:1-6; 33:6, 9; 104; Mateus 19:4 e 5; Hebreus 11:3 e muitos outros textos devem ser considerados relatos confiáveis e verdadeiros da obra de criação realizada por Deus? Ou devemos distorcer a Palavra de Deus apenas por que não somos capazes de explicar tudo que existe no Universo?

Conclusão. Voltemos à pergunta inicial: Que diferença existe se cremos que Deus criou a Terra da maneira como descrita na Bíblia (principalmente Gn 1-2) ou se Ele a criou ao longo de milhões de anos?

Estou convicta de que isso faz toda a diferença. Escolhi ter um relacionamento com o Deus que me criou e que deseja ter comunhão comigo (Ef 3:9), que é digno de meu amor e adoração (Ap 4:11) e à imagem de quem fui criada (Gn 1:27). Esse Deus está comigo a cada momento da vida. Pela fé, sei que Ele está sempre presente ao meu lado. Como poderia amar ou me relacionar com um Deus que deu origem à vida através da morte e sofrimento que duraram milhões de anos?

O ensino bíblico sobre a criação e sobre os últimos eventos da história é o que fornece o alicerce para o centro da Bíblia: Jesus Cristo. Se esse alicerce é destruído, a grande mensagem da Bíblia – a salvação – é destruída completamente.

(Cindy Tutsch, D.Min., é líder de jovens e diretora associada do Patrimônio Literário de Ellen G. White. Traduzido e adaptado por Matheus Cardoso. Usado com permissão.)

 Fonte: http://michelsonperguntas.blogspot.com/2010/11/criacao-em-sete-dias-ou-milhoes-de-anos.html

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Meu comentário: Eu sinceramente tenho bastante problemas em conciliar as duas crenças. Mas faço meu conveniente papel de salame ao dizer "não sei em quê creio". Com isso, faço-me mais cético que a maioria dos que se dizem céticos mas crêem piamente nos resultados e conclusões da "falsamente chamada ciência" (como diz nosso amigo Paulo) :P

Destaques ao ponto 2 e 4 que se fazem muitíssimo importantes.

Importante citar que existem sim evidencias beeem intrigantes (e livros publicados) que nos levam a concluir que o Universo tem sim em torno de 10.000 anos (a maioria delas não é muito difundida - inclusive não escuto falar delas nas minhas aulas de astronomia :P).
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Mas, que seja, deveria estar estudando (queria ter tanto entusiasmo para aprender sobre equações diferenciais quanto tenho ao ler esse tipo de texto).

Paztejamos