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18.3.11

Notícia Inútil do Dia

qweqwe

Pesquisa mostra que 65% das mulheres não gostam de menstruar

Entre as entrevistadas, 81% gostariam que o ciclo fosse menor

A menstruação deixou de ser encarada como algo natural para boa parte das mulheres: 65% não gostam de menstruar e, para 81%, o ciclo poderia durar menos de três dias. É o que revela um estudo inédito da Unicamp, feito com 1.111 mulheres, com idade entre 18 e 40 anos, nas cidades de São Paulo, Campinas (SP), Porto Alegre (RS), Recife (PE) e Belém (PA). O principal motivo (73,9%) para não gostar de menstruar é o desconforto. As cólicas e dores nas costas são a segunda queixa, com 54,5%.
Para o ginecologista Carlos Petta, professor da Unicamp e um dos pesquisadores, o resultado é compreensível nos tempos atuais, já que 92% das entrevistadas trabalham fora e 70% exercem atividade remunerada.
— Assim, ficar menstruada por quatro, cinco dias, com cólicas, é algo desconfortável — diz Petta.
Uma pequena parcela (12%) afirma que gosta de menstruar. Para elas, isso significa ter boa saúde (54,2%), certeza da não gravidez (38,9%) e afirmar a sua feminilidade (21,4%).
— Para elas, é um alívio saber que não está grávida. Por outro lado, ouço da maioria das pacientes que o ideal seria ficar menstruada uma única vez por mês, das 8h às 10h, com a necessidade de usar apenas um único absorvente — afirma Petta.
Apesar de 89,8% contarem que usariam anticoncepcional para controle de fluxo sanguíneo, somente 38% tomam pílula.

 Mais que prevenção

Um outro levantamento, feito pela Unifesp com 4.089 mulheres com mais de 15 anos de idade, pela internet, mostra que elas querem benefício extra do anticoncepcional no cotidiano. A melhora dos sintomas da tensão pré-menstrual (TPM), das cólicas e da acne foram citadas por 48%. E 22% delas acham que a pílula deveria ter vitaminas.
—O uso do anticoncepcional oral é mais comum entre mulheres com menos de 30 anos e solteiras, muito diferente do perfil da usuária nas décadas de 60, 70 — comenta Afonso Nazário, chefe do Departamento de Ginecologia da Unifesp.
As mulheres agora já contam com um anticoncepcional que traz um componente idêntico ao hormônio estrogênio produzido pelo organismo feminino. O Qlaira combina valerato de estradiol com dienogeste. Nos últimos 50 anos, muitos progestógenos novos foram desenvolvidos para uso em contraceptivos orais, mas o componente estrogênico continuava o etinilestradiol.
— A grande vantagem de um contraceptivo oral com estrogênio natural é que o organismo já está adaptado para receber este componente. Há muitos anos tentavam tirar o etinilestradiol das pílulas. O máximo que se conseguia era reduzir as dosagens. Agora, deu certo — explica o ginecologista César Eduardo Fernandes, professor da Faculdade de Medicina do ABC e presidente da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de São Paulo (Sogesp).
Há restrição para quem teve ou apresenta risco de desenvolver trombose. A cartela tem 28 comprimidos e o preço médio é de R$ 32.
AGÊNCIA O GLOBO
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Nem editei a notícia direito por achar q não vale a pena.
Sério, NÃO ME DIGA QUE MULHERES NÃO GOSTAM DE MENSTRUAR oO OMG, really?! ¬¬

Fala sério, eu acho que eu, que sou homem, adoraria sangrar por 4 ou 5 dias, ter cólicas, dores, ficar sujo no meio das pernas, ter que usar absorventes, além de ficar estupidamente estúpido dias antes da sangria. Não vejo como as mulheres não gostam disso! Eu ADORARIA! Pena que operação de mudança de sexo não é tão realistica ainda, se não eu seguia os passos da nossa heróica Ariadna SÓ pra poder menstruar [/ultra-sarcasmo].

Isso é o que ficam pesquisando nossos professores de universidade pública ¬¬'

Paztejamos

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